Riscos para a saúde pública impõem combate às mudanças climáticas

Introdução

Com previsões da Organização Metereológica Mundial de que o ano de 2016 tem grandes chances de ser o mais quente da história, mais de 360 empresas, em sua maioria americanas, pediram ao presidente eleito Donald Trump que respeite o Acordo de Paris e que não diminua os esforços dos Estados Unidos no combate ao aquecimento global. Além das multinacionais, organizações de saúde de todo o mundo lançaram uma iniciativa para monitorar os impactos das mudanças climáticas e a prestigiosa revista da área médica, The Lancet, chamou a atenção para as conexões entre mudanças climáticas e saúde pública. A poluição do ar, por exemplo, mata 5,5 milhões de pessoas e custa U$225 bilhões à economia global, por ano. Com tantos dados e evidências, espera-se que a pressão sobre os líderes políticos aumente para que eles ajam no sentido de construir um futuro de baixo carbono e proteger a saúde de seus cidadãos.

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  • “Os impactos da mudança do clima na saúde já estão sendo sentidos e afetando alguns dos mais vulneráveis do planeta. Ninguém está imune ou fora de alcance. A ação climática, liderada pelos governos e apoiada por empresas, cidades, investidores e cidadãos – incluindo os profissionais de saúde – segue de mãos dadas com a conquista de uma melhor qualidade de vida, como um direito em si e como pilar fundamental dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, Patricia Espinosa, Secretária Executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC).

  • “Um dos desafios da atual crise climática global é transmitir a urgência de nossa situação coletiva e a necessidade de uma ação decisiva. A Contagem Regressiva Lancet está sendo lançada hoje para reunir as evidências necessárias para responsabilizar aqueles que elaboram e deliberam políticas públicas por suas promessas e compromissos. A comunidade de pesquisa pode fazer uma importante contribuição para aumentar a consciência política e acelerar o progresso para um mundo mais saudável e com baixo teor de carbono. Esses são os objetivos de nossa Contagem Regressiva Lancet: Acompanhando o Progresso na Saúde e nas Mudanças Climáticas“, Dr. Richard Horton, editor-Chefe do Lancet.

  • “O Acordo de Paris é um passo na direção certa, mas precisamos aproveitar esse momento. A Contagem Regressiva Lancet é uma oportunidade importante para garantir que as provas chegue àqueles públicos que podem fazer as mudanças na política e na prática que precisamos para proteger a saúde dos seres humanos e do planeta”, Dra. Sarah Molton, líder de “Our Planet, Our Health”
  • “O Acordo de Paris foi uma conquista histórica – o desafio agora é atingir os objetivos acordados pelos líderes mundiais. A Organização Mundial de Saúde está trabalhando diretamente com os países para fornecer evidências dos riscos específicos de saúde que cada um deles enfrenta e as oportunidades de saúde de um futuro resiliente e com baixo teor de carbono – bem como o apoio que eles precisam para responder a essa questão de saúde do nosso tempo. A OMS está trabalhando com a Contagem Regressiva Lancet para acompanhar o progresso e mobilizar o apoio para ações mais ambiciosas. Quando se trata de mudança climática, quando o mundo arrasta os pés, a saúde dos pacientes em todo o mundo sofre”, Dr. Diarmid Campbell-Lendrum, Chefe da Equipe de Saúde e Mudança Climática da Organização Mundial de Saúde

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