Energia renovável, combustíveis menos poluentes e veículos elétricos melhoram a qualidade de vida

Introdução

O uso do álcool combustível nos transportes e a energia eólica para geração de eletricidade foram alguns dos principais responsáveis por reduzir as emissões do setor de energia no Brasil em 2015 em relação ao ano passado. Enquanto as emissões totais do país cresceram, principalmente devido ao aumento do desmatamento, as emissões de energia, setor que é o segundo maior emissor, presenciaram uma queda de 5,3% devido a desaceleração econômica do país e no aumento da participação das fontes renováveis na matriz energética brasileira. E não é só no Brasil que as renováveis desempenham um papel cada vez mais importante para o meio ambiente, economia e para a qualidade de vida. A revisão das projeções futuras para as renováveis por parte da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) é um forte indicativo do protagonismo cada vez maior dessas fontes. Além disso, há em curso uma revolução tão silenciosa quanto os carros elétricos, cada vez mais numerosos e que reduzem a poluição do ar, o barulho e as emissões de gases de efeito estufa. A transição para um mundo renovável está acontecendo e ajuda a construir um futuro no qual o acesso à energia será mais distribuído e democrático, haverá mais veículos elétricos e os sistemas de armazenamento cm baterias permitirão o fim das fontes fósseis.

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Citações

  • “Estamos testemunhando uma transformação no mercado global sendo liderada pelas renováveis. No entanto, até mesmo essas altas expectativas permanecem modestas quando comparadas ao potencial ainda não explorado das fontes renováveis”, Faith Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia
  • “O acordo do clima entra em vigor daqui a 11 dias. Tirá-lo do papel exige mudar drasticamente o rumo do nosso desenvolvimento, mas não é o que estamos vendo acontecer. As emissões de energia caíram, mas o risco de elas voltarem a subir rapidamente quando o país sair da recessão é enorme, dada a aposta nos combustíveis fósseis, que dominam os investimentos no setor – com o Congresso ainda por cima embarcando no trem da alegria do carvão, como se quisesse que o país voltasse ao século 19”, Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima

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